Tuesday, October 26, 2010

Bom!


Tão bom “gastar” o tempo com quem a gente gosta e sente que a recíproca é verdadeira.
Adoro encontrinhos assim.
Fazem bem pra alma e pro coração.

Thursday, October 21, 2010

Constatação


Esse ano tem sido difícil.
Em fevereiro, morre meu pai. Assim, sem despedidas.
E agora? Como vai ser daqui pra frente?
Ainda estou descobrindo...
Dois meses depois, morre o pai de uma grande amiga.
Eu o chamava de tio.
Morre de certa forma meu tio.
Meu Deus! Eu ainda estou precisando que ela me ajude e agora eu preciso ajudá-la.
E acho que vou conseguindo.
Ai o namoro, que vinha ajudando muito, já não está a mesma coisa.
Fim do namoro.
Aiai...
As coisas vão caminhando.
Faço lindas viagens.
Começam os casamentos de pessoas queridas.
Os estudos vão avançando.
Pausa!
Morre o pai de outra amiga querida. Aquela, que tinha casado há menos de um mês.
É! Não tem jeito, esse ano tem sido difícil.

Sunday, October 17, 2010

Let's do it


"I gotta feelin'
That tonight's gonna be a good night
That tonight's gonna be a good night
That tonight's gonna be a good good night"

E foi!

Só Nata pra ser a melhor companhia e conseguir o melhor lugar no show de Black Eyed Peas.
Amei!

Wednesday, October 13, 2010

Senhora


“A tristeza é senhora
Desde que o samba é samba é assim”
E quem sou eu para discutir com Caetano Veloso!

Em meio às amigas, aos vinhos, aos passeios turísticos, aos shows e muita alegria, uma saudade danada de painho!
Toda vez que fico alegre, me lembro ainda mais dele. Deve ser porque não conheço ninguém mais alegre do que ele era.

Difícil se acostumar à saudade.
Difícil mandar a tristeza embora.
Caetano manda cantando, eu ainda não aprendi o caminho.
Acho que as amigas por perto é o começo dele.

Tuesday, September 28, 2010

Por que?

Desesperada pra emagrecer.
Mais gulosa do que nunca.
Cheia de pautas do Cacimba (meu blog de gastronomia) e comprando horrores de promoções do Peixo Urbano para restaurantes.
Por que a vida é assim?
:P

Saturday, September 25, 2010

Ignorando a ignorância


Dizem que ignorância é sinônimo de felicidade.
Muitas vezes é sim, não tenho dúvida!

É tão mais maravilhoso ignorar uma grande perda. Tão mais maravilhoso não saber o outro lado. Tão mais maravilhoso desconhecer o que vai machucar.

Mas algumas coisas são tão encantadoras que a descoberta faz reviver a beleza de não mais ignorar.

O conto “Funes, o memorioso” de Jorge Luis Borges me fez sentir assim.
Porque o realismo fantástico extremamente bem escrito do escritor argentino não deve ser ignorado. E como a ignorância é triste sendo assim.

Monday, September 13, 2010

Conforto

Não me considero vaidosa.
Não sou nem um pouco, mas nem um pouco mesmo charmosa.
Só se falar alto, batendo palmas, e dando gargalhadas parecer sexy pra alguém.
Enfim, sou bem pouco estilosa mesmo. Um dos meus maiores dilemas de vida, inclusive, é não ter estilo.
Mas um amigo querido, que faz pós-graduação comigo e é um experto no assunto moda disse que eu podia ficar tranqüila quanto a esse dilema. Pelo menos quanto a esse, né?
Ele definiu em um segundo e com uma única palavrinha meu estilo: conforto. E que definição perfeita! Não só do meu estilo de vestuário, mas do meu estilo de vida.
Adoro uma situação confortável. Detesto constrangimentos.
Sou daquelas que tem opinião bem formada, mas que prefere dizer um “é mesmo” bem descomprometido pra não precisar discutir um assunto polêmico.
Sou daquelas que evita ao máximo dizer um não, só pra não deixar a pessoa chateada.
Sou daquelas que deixa pra lá um bando de coisa, só pra evitar de dizer umas boas verdades e chatear alguém que acabou de me deixar chateada.
Mas como diria Gandhi: se você quer a paz, se prepare pra guerra. Não é bem assim a frase, mas é essa a idéia.
Deve ser por isso que minha ideologia do conforto quase sempre me causa grandes problemas.
Por não dizer não, sempre decepciono alguém, até porque não sou dez pessoas e meu dia não tem 100 horas.
Por evitar uma discussão besta, termino acumulando um bilhão de probleminhas que desconto em um segundo, porque quem me conhece sabe, eu falo rápido. Imagina com raiva!
Por não expor minha opinião, algumas vezes sou mal compreendida. E isso nunca é bom, principalmente quando se tem uma opinião contundente sobre qualquer coisa que seja.
Ai no final, por buscar o conforto, termino ficando em uma situação desconfortável.
Mesmo assim, continuo usando meu jeans com batinha lisa e salto alto, até porque com 1,53 de altura tem que calejar pelo menos os pés, né?
E continuo dizendo “é mesmo” e respondendo que posso participar de três festas no mesmo horário, só pra não dizer um não. Continuo também ocultando uma “magoazinha” aqui, outra ali, e no final, vixe Maria! E continuo fazendo de conta que tudo isso é porque é mais confortável.
Mas a terapia que eu nunca agendo vai me ajudar, eu tenho certeza!
O problema é que se a terapeuta me perguntar a mesma questão em duas sessões diferentes eu vou responder do mesmo jeito, ao invés de dizer que ela já me perguntou isso antes e que eu acho que ela não presta atenção no que eu digo, até porque, que chato constranger a terapeuta, né?
Ai, como eu vou ficar desconfiada da “técnica” utilizada por ela, e não vou ter questionado, vou parar de aparecer, justificando qualquer outra coisa mais “confortável”. Como já aconteceu.
Ou um dia eu tomo vergonha na cara e coloco um macaquito fashion ou uma saia de cintura alta (tá na moda ainda, né?) e digo logo que não vou pra festa de fulano, porque sou mais amiga de sicrano e que o comentário preconceituoso de algum amigo arrogante é sinônimo da insegurança dele e que outro amigo devia ser mais justo e que eu discordo do pensamento elitista de que é melhor ir pra o lugar tal porque o público é mais “intelectualizado”.
Enquanto isso, vou ficando com a filosofia do conforto, e me preparando pra, quem sabe, me preparar pra guerra.

Saturday, September 04, 2010

Física

Adoro o conceito de inércia.
Que coisa linda a física, rapaz, não me entendo com ela, mas acho uma coisa linda.
Agora ficar muito tempo nessa inércia, eu vou dizer: me tira dos nervos!
E o pior é não saber como sair dela.
Ai se eu tivesse estudado física direito na escola!

Monday, August 23, 2010

Cidade para respirar história e sofisticação


Limpa, linda e civilizada. Com essas três palavras é possível definir Viena sem injustiças. A capital do antigo império Austro-Húngaro é hoje um destino para quem gosta de requinte e de história.

A língua falada é o alemão, mas todo mundo, do motorista de ônibus ao guia turístico, se comunica em inglês. As ruas e avenidas, os estabelecimentos comerciais e qualquer rincão da cidade é limpo. Dá para fazer qualquer programa por meio do metrô, que é eficiente e prático. E o que não falta é ponto turístico para se conhecer.

Os palácios: Belvedere [foto 1 ]- que conta com obras do pintor simbolista austríaco Gustav Klimt, como o Beijo -, o Schöbrunn e o Hofburg - que agrega os charmosos quartos da Imperatriz Sissi - são encantadores e imponentes. As obras de Wagner, arquiteto austríaco que melhor representou o estilo Sezession na Áustria, embelezam a cidade, que também conta com inúmeros parques agradáveis e verdes. Quem gosta de passeios ao ar livre não pode deixar de visitar o Stadtpark, onde é possível fazer uma excelente refeição no restaurante contemporâneo Steirereck [foto 2] e visitar uma das mais belas igrejas da cidade, a Karlskirche [foto 3]. Por falar em igreja, vale passar uma tarde na Stephansplatz, centro turístico da cidade onde se localiza a catedral Stephansdom [foto 4].

Para quem gosta de diversão, é válido reservar uma tarde para o Prater. Entre as atrações do parque de diversão, não dá para deixar de passear na Riesenrad [foto 5], que está para Viena como o London Eye está para Londres. Da roda gigante dá para curtir uma bela vista de Viena e ainda tirar muitas fotos legais. E se o seu apetite for por museus, a cidade literalmente tem para todos os gostos. Um muito interessante é o museu do relógio, que não está em muitos guias especializados, mas merece uma visita.
.
Não dá para conhecer tudo em apenas alguns dias por Viena, mas prédios como o da Ópera [foto 6], do Museu Militar, da Prefeitura [foto 7], do Palácio Legislativo e do Teatro Nacional valem uma visita, nem que seja para tirar uma foto da fachada. E é preciso reservar um dinheiro para tomar café da manhã no Café Central [foto 8], o mais belo da cidade e comer a torta mais famosa do lugar, a sachertorte, no café do Hotel Sacher, local onde a iguaria foi criada no século XIX.

A cidade é para quem gosta de respirar história enquanto caminha pelas ruas e para quem tem algum dinheiro reservado. Viena não é barata! Mas economizando na hospedagem e na alimentação, dá para conhecer coisas belas sem gastar tanto. E sabendo inglês, dá para se virar sem grandes aperreios. No mais, agradáveis passeios certamente lhe esperam pelas terras da capital austríaca. É só preparar as malas e... Boa viagem!

Sunday, August 08, 2010

Beijo nas nuvens

Hoje senti o céu bem pertinho de mim.
Deve ter sido porque o azul do céu se uniu ao azul do mar. Mas prefiro achar que foi porque painho queria me dá um beijo.
Espero que você tenha recebido o meu, painho.
Feliz dia dos pais!
:*

Sunday, July 04, 2010

Hermanos

Na África do Sul, a Europa é a favorita.
A Copa, que parecia ser da América do Sul, agora conta apenas com a esperança do Uruguai. E acredito que vai ficar apenas na esperança mesmo.

Não discuto! A Alemanha parece realmente a melhor equipe do mundo.
Não discuto! O Brasil perdeu as rédeas do jogo contra a Holanda.
Não discuto! Maradona é um arrogante “de mierda”.
Mas torcer pela Europa, em detrimento da América do Sul, mesmo que essa América do Sul seja representada pela Argentina, me desculpem, eu discuto sim!

Não que os alemães devam passar o resto da vida sendo culpados pelo holocausto.
Não que os ingleses, espanhóis, portugueses e franceses devam ser culpados o resto da vida pela escravidão.
Não que os argentinos sejam um povo humilde ou agradável.
Mas é que somos sul-americanos. E não há alemão, inglês, espanhol, português ou francês que vá nos tratar melhor do que um argentino. Quer testar? More um tempo no Velho Mundo.

E que a escravidão e o holocausto são difíceis de esquecer, disso eu não tenho dúvida.

Que no Brasil, em 2014, sejamos hexa!
Mas se não der, viva a América do Sul! Seja ela que país sul-americano for...

Monday, May 31, 2010

passado



Painho e meus tios.
Saudade até do que não vivi.

Sunday, May 30, 2010

ausência

Eu queria traduzir meus sentimentos.
Muitas vezes não sou compreendida. E algumas vezes é essencial que eu seja!

Acho que as necessidades não atendidas são umas das principais causas de muitas doenças. E isso me preocupa bastante.

Muitas vezes era preciso apenas ser compreendida para que algumas necessidades fossem resolvidas.
E por isso eu tenho tanto medo.

Tuesday, May 11, 2010

Três meses

Três meses se passaram.
A tristeza parece ter aumentado. Mas acho que o que cresce mesmo é a saudade.

A vontade de conversar com painho, de escutar a risada dele, de receber aquele abraço de algodão doce todo final de semana, de tomar café preto e o vinhozinho de sempre na companhia dele.
A vontade de chegar em Natal e saber que ele vai estar esperando, de rir com ele das vídeos cacetadas, de rir com ele de qualquer coisa.
A vontade de escutar os conselhos tranqüilos e sábios que só ele sabia dar, de vê-lo comer qualquer coisa como se degusta o melhor da culinária francesa, de saber que qualquer problema ia parecer menor e tranqüilamente resolvível depois de conversar com ele.

Ainda me parece impossível lembrar apenas como se rememora uma época boa que já passou.
Ainda é impossível lembrar de painho sem ficar triste por ter perdido a paz e a luz que só ele podia proporcionar.

Saturday, April 24, 2010

Agora eu entendo

Eu não vou mais julgar sentimento.
Nunca mais vou desdenhar de qualquer carta de amor.
E quem sabe consiga aturar todas as músicas românticas do universo.

Algumas coisas acontecem para que a gente entenda, de verdade, qual o verdadeiro significado do amor.
Para que a gente conheça uma saudade verdadeira. Daquelas que remetem a quando “a gente vive a sonhar, com alguém que se deseja rever”, como dizia Luiz Gonzaga.
Quando é realmente impossível rever alguém que se ama, nada pode preencher o vazio.

Eu não gostava da palavra luto.
Ignorei-a enquanto pude.
Mas acho que não vivi meu luto como deveria.

Devia ter chorado mais.
Devia ter parado tudo.
Devia ter tomado remédio para dormir, para acalmar o coração.
Devia ter culpado o mundo pela minha dor.
Talvez assim ela hoje seria menos insuportável.

Mas preferi seguir em frente.
E é isso que continuo tentando.
Só que a falta que painho me faz é tão estranha, que às vezes me impede de conseguir.

Acho que nunca falei pra painho o quanto o amava.
Só em carta, ou em cartão postal.
Passei bem menos tempo com ele do que gostaria.
Admirei-o só em pensamento, nunca externei pra ele o que ele era pra mim: um super-herói destinado a viver pela coletividade. Um gigante de um metro de sessenta e toneladas do lado esquerdo do peito.
Como gostaria de ter dado um último abraço no domingo que antecedeu um próximo final de semana com ele, que não aconteceu.

E é por isso que agora entendo Luiz Gonzaga quando ele dizia:
“Saudade intonce assim é ruim, eu tiro isso por mim, que vivo doido a sofrer!”

Monday, April 12, 2010

tic tac

E ontem fez dois meses.
É como disse Brunoca, o tempo passa muito rápido e, ao mesmo tempo, parece que não passa.
E que saudade!

Thursday, March 25, 2010

Search

Procurando caminhos.
Caminhando...

Monday, March 15, 2010

simples

"Gratidão é dívida que nunca prescreve."
Simples assim!

Thursday, March 04, 2010

?

Aprendi cedo que saudade não se cura, passa a arder menos.
Aprendi cedo que só se ama as pessoas cujos defeitos também fazem falta.
Aprendi cedo que a vida só tem sentido com essas pessoas e por causa delas.
Aprendi cedo que quanto mais pessoas assim a gente tem na vida, melhor ela será.
Aprendi cedo pouca coisa.
Hoje eu aprendi que a vida é REALMENTE feita de momentos.
Que não dá para deixar NADA para depois.
Que o para sempre não existe mesmo.
Que se tem solução para tudo, TUDO, menos para a morte.
Que ninguém pode medir o que o outro sente.
Que a solidariedade é mais valiosa do que qualquer presente.
E que a vida é como ela é, e só ela decide de verdade.

Mesmo aprendendo tudo isso, estar meio perdida deve ser normal...

Thursday, February 25, 2010

:)

Porque ter amigos é mesmo uma das melhores coisas do mundo!